O que inclui
Reabilitar é aproveitar o que uma casa tem de bom e corrigir o que já não serve: espaços mal organizados, humidades, coberturas cansadas, isolamento fraco. A arquiteta Ana Pinho começa por conhecer a casa a fundo e só depois propõe o que fazer, com o orçamento sempre presente.
O serviço pode incluir:
- levantamento e diagnóstico da casa existente;
- estudo de alternativas para reorganizar os espaços;
- melhoria do conforto térmico e da eficiência energética;
- projeto de arquitetura e, quando necessário, licenciamento;
- projeto de execução, escolha de materiais e acompanhamento da obra.
Diagnóstico primeiro
Numa casa antiga, as surpresas aparecem quando a obra já começou. Para as reduzir, a Ana visita a casa, faz o levantamento do que existe e regista o estado da estrutura, das paredes, da cobertura, das redes e das caixilharias. Quando é preciso, recomenda uma avaliação por um engenheiro antes de decidir.
Com este diagnóstico, as decisões ficam claras: o que se mantém, o que se recupera e o que se substitui.
Precisa de licença?
Nem todas as obras de reabilitação seguem o mesmo procedimento. Obras no interior que não alterem a estrutura, a altura, a forma das fachadas ou a forma dos telhados podem estar isentas de controlo prévio; outras exigem comunicação prévia ou licença da Câmara Municipal. O Simplex Urbanístico (Decreto-Lei n.º 10/2024) alterou vários destes procedimentos desde 2024, por isso cada caso é confirmado com a Câmara do concelho.
Como decorre
- Escutamos. Uma conversa sobre a casa, a forma como a quer viver e o que não funciona hoje. A Ana visita a casa pessoalmente sempre que o projeto o pede, em Pinhal Novo, na Península de Setúbal e em Lisboa.
- Aconselhamos. Diagnóstico e estudo de alternativas, com as prioridades ordenadas: o que é urgente, o que melhora o conforto e o que pode esperar.
- Resolvemos. Projeto de arquitetura e, quando necessário, o procedimento na Câmara Municipal, com os projetos de especialidades exigidos.
- Entregamos. Projeto de execução, escolha de materiais e acompanhamento da obra até ao fim.
O que deve reunir
- Caderneta predial e certidão permanente do registo predial.
- Plantas e licenças anteriores, se existirem.
- Fotografias da casa, por dentro e por fora, incluindo as zonas com problemas.
- O orçamento disponível e uma lista do que gostaria de mudar.
Prazos e honorários
Os prazos dependem do projeto: do estado da casa, da extensão da obra e de ser ou não necessário um procedimento na Câmara Municipal. Depois do diagnóstico, a Ana dá-lhe uma estimativa realista.
Os honorários são definidos para cada projeto numa proposta clara e pagos por fases, à medida que o trabalho avança.
Perguntas frequentes
Vale mais reabilitar ou fazer uma casa nova?
Depende do estado da casa, do que o PDM permite e do que valoriza na casa existente. O diagnóstico dá-lhe os elementos para decidir com tranquilidade.
Posso melhorar a eficiência energética?
Sim. Isolamento de paredes e coberturas, caixilharias com melhor desempenho e uma boa organização dos espaços em relação ao sol fazem grande diferença no conforto. A reabilitação é o momento certo para o fazer.
E se a casa tiver partes por legalizar?
É frequente em casas mais antigas. Nesse caso, a legalização pode ser tratada no mesmo processo; veja a página de legalização.
É possível reabilitar por fases?
Sim. Quando o orçamento ou a vida da família o pedem, a obra pode ser dividida em fases, começando pelo que é urgente, como a cobertura ou as humidades, e deixando para depois o que pode esperar. O projeto prevê essas fases desde o início, para que cada uma deixe a casa a funcionar.
Posso continuar a viver na casa durante a obra?
Depende da extensão da obra. Trabalhos localizados permitem muitas vezes ficar em casa; uma reabilitação profunda costuma exigir uma saída temporária. Isto é planeado com antecedência, na fase de projeto.
Saiba mais
Conheça a arquiteta Ana Pinho e o processo de trabalho, ou veja o serviço de design de interiores, que pode acompanhar a reabilitação desde o início.