Serviços

Legalização de moradias e anexos

Para regularizar uma casa, um anexo ou obras feitas sem licença, do levantamento do que existe ao processo na Câmara Municipal.

O que inclui

Legalizar é licenciar o que já existe e pôr a casa em ordem com a Câmara Municipal e com o registo predial. A arquiteta Ana Pinho trata do processo do princípio ao fim: visita a casa, faz o levantamento do que existe, analisa o que pode ser legalizado, prepara o projeto e acompanha o pedido na Câmara Municipal. Trabalha sozinha, por isso é sempre com ela que fala, da primeira visita à resposta da Câmara.

O serviço pode incluir:

  • visita à casa e levantamento rigoroso do que existe;
  • comparação com as plantas aprovadas, a caderneta predial e o registo;
  • análise do que pode ser legalizado tal como está e do que precisa de mudar;
  • projeto de legalização e entrega na Câmara Municipal;
  • articulação com os projetos de especialidades exigidos no seu caso;
  • acompanhamento de eventuais obras de correção.

Quando é preciso legalizar

É comum descobrir que uma casa precisa de ser legalizada quando:

  • foram feitas obras sem licença, como um anexo, uma marquise, um telheiro ou o aumento de uma divisão;
  • a casa real não corresponde às plantas aprovadas ou à descrição no registo predial e na caderneta;
  • vai vender a casa ou pedir crédito à habitação, e o comprador ou o banco pedem a documentação em ordem;
  • quer fazer novas obras e, antes disso, é preciso regularizar o que já existe.

Como decorre

  1. Escutamos. Uma conversa sobre a casa e os documentos que já tem. A Ana visita a casa pessoalmente para perceber o que existe, em Pinhal Novo, na Península de Setúbal e em Lisboa.
  2. Aconselhamos. Levantamento da construção existente e comparação com as plantas aprovadas e com o registo. Nesta fase fica claro o que pode ser legalizado tal como está e o que precisa de ser alterado.
  3. Resolvemos. Projeto de legalização e entrega na Câmara Municipal, com os projetos de especialidades e os documentos exigidos no seu caso. A Ana segue o processo e responde às apreciações dos serviços municipais.
  4. Entregamos. Quando o processo exige pequenas obras de correção, a Ana acompanha-as até ao fim, para que a casa fique conforme ao que foi aprovado.

O que deve reunir

  • Caderneta predial e certidão permanente do registo predial.
  • Plantas e licenças anteriores, se existirem, como o alvará de licença de construção ou de utilização.
  • Fotografias da casa e das partes que foram alteradas.
  • As datas aproximadas das obras feitas sem licença, se as souber.

Prazos e honorários

Os prazos dependem do caso: da dimensão do que é preciso legalizar, de eventuais alterações e do tempo de apreciação da Câmara Municipal. Depois da visita e do levantamento, a Ana dá-lhe uma estimativa realista.

Os honorários são definidos para cada projeto numa proposta clara e pagos por fases, à medida que o trabalho avança.

Perguntas frequentes

É sempre possível legalizar?

Nem sempre. Depende das regras do PDM e de outras condicionantes que se aplicam ao terreno, como a REN ou a RAN. Quando o que existe não cumpre essas regras, pode ser necessário alterar ou até demolir parte da construção. A análise inicial serve precisamente para saber isto antes de avançar com o processo.

Quanto tempo demora?

Depende da casa e da Câmara Municipal. Um processo simples avança mais depressa do que um que exija alterações ou pareceres de outras entidades. Em cada fase sabe o que falta e porquê.

Posso continuar a viver na casa?

Sim. O levantamento e o projeto fazem-se com a casa habitada; só eventuais obras de correção exigem algum planeamento.

O Simplex Urbanístico mudou alguma coisa?

O Simplex Urbanístico (Decreto-Lei n.º 10/2024) alterou vários procedimentos desde 2024. Por isso, o caminho certo para cada casa é confirmado com a Câmara Municipal do concelho.

O que acontece depois de a Câmara aprovar?

Depois de aprovado o processo, e feitas as eventuais obras de correção, a caderneta predial e o registo devem ser atualizados para corresponder à casa real. A Ana explica-lhe os passos seguintes no seu caso.

Saiba mais

Conheça a arquiteta Ana Pinho e o processo de trabalho. Se, além de legalizar, quer aumentar a casa, veja também a página de ampliação.

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